sexta-feira, 15 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Note to self
1- Respirar fundo
Pare duas vezes a meio do dia para respirar. Encha os pulmões de ar e prenda a respiração durante três segundos. Em seguida, expire lentamente. O importante neste exercício é sentir o quanto é importante o oxigénio para conseguir viver. Vai ver que vai ajudá-lo a concentrar-se e a começar a relaxar.
2- Passear muito
Sempre que precisar de descansar, faça um passeio de longa duração. Isto porque, quando anda stressado, os seus músculos e fluxo sanguíneo têm tendência a contrair-se, podendo causar dores de cabeça e no corpo. Sempre que sentir estes sintomas, passeie.
3- Ouvir música
Ouça qualquer tipo de música, desde que goste. Esta ajuda a relaxar - liberta o corpo e a mente. Se optar por uma música mais mexida, dance e só pare quando estiver cansado. No fim, vai sentir-se mais descontraído.
4- Fazer pausas
Se estiver a trabalhar, faça pequenas pausas ao longo do dia. Evite ficar sentado à secretária. O objectivo das pausas é movimentar as pernas. Em casa, faça o mesmo. Evite ficar horas a ver televisão ou sentado a ler livros. Mude a sua rotina. Se preferir, em casa, durma a sesta.
5- Aproveitar os tempos livres para correr
Vários estudos comprovam que o exercício físico trás várias vantagens para a saúde, nomeadamente a redução do risco de doença cardiovascular, do stresse e das depressões. Para além disso, aumenta a sensação de bem-estar e eleva os níveis de autoconfiança. Andar a pé pode não ser o suficiente. Aproveitar para correr! A corrida activa a circulação e aumenta o relaxamento dos músculos.
6- Fazer uma alimentação saudável
Muitas pessoas escondem-se atrás dos açúcares para justificarem o stresse. O problema é que ele não desaparecesse e ainda pode vir a sofrer de diabetes. Em vez disso, coma frutas e legumes crus, como se fossem chocolates. Opte por refeições mais completas e saudáveis e evite comer à pressa.
7- Dormir bem
Dormir bem é uma prioridade! O sono é fundamental para a vida. Para relaxar, durma as oito horas seguidas recomendadas pelos especialistas.
8- Se for necessário, fujir
Evite estar com pessoas stressadas ou que o coloquem em situações tensas. Se for necessário, fuja. Vá até à copa do seu trabalho beber café. Se estiver em casa, vá dar um passeio. É impossível mudar as pessoas, mas você pode fazer algo por si.
9- Aproveitar os momentos de riso
Quando se rir, faça-o com vontade. Ajuda a relaxar os músculos da cara e a sentir-se aliviado de todos os problemas. Não importa do que ri. O que interessa é rir com gosto.
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
To do list - done! #3
Já recebi várias vezes. No dia dos namorados, no aniversário. Lindas. Rosas, Estrelícias... Orquídeas, as minhas preferidas. Dizem que é cliché. Não quero saber. Gosto. Gosto e pronto. São bonitas. Há prazer em poder ver algo bonito, em receber algo bonito.
Já recebi flores sem razão. Já recebi uma flor em origami. :) Já pararam o carro para ir colher uma flor para mim. No Verão, de pés descalços no tablier, de óculos de sol na cara. Alma sossegada, sorriso no gosto. Tenho saudades dos momentos. As flores crescem com a nossa alegria.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Happy St. Patricks Day! ♣
Este é o Licor Verde. Mais uma invenção da Dona Elsa.
Juro-vos, um dia largo tudo e invisto na comercialização dos deliciosos licores dela.
segunda-feira, 14 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
To do list - done! #1
Voltar ao planetário.
Fui com o vet, no ano passado, no verão. AMEI. Adorava ter uma sala-planetário só para mim em minha casa ou ter um passe livre para ir ao planetário quando quisesse. O bilhete não é caro, mas aquele é um lugar que dava um bom porto de abrigo para mim.
Quando fui vi um programa que penso chamar-se O Céu português. Mas não posso confirmar nem publicitar porque uns hackers armados e bons mandaram abaixo o site do planetário.
Ora vejam: http://planetario.online.pt/
Fui com o vet, no ano passado, no verão. AMEI. Adorava ter uma sala-planetário só para mim em minha casa ou ter um passe livre para ir ao planetário quando quisesse. O bilhete não é caro, mas aquele é um lugar que dava um bom porto de abrigo para mim.
Quando fui vi um programa que penso chamar-se O Céu português. Mas não posso confirmar nem publicitar porque uns hackers armados e bons mandaram abaixo o site do planetário.
Ora vejam: http://planetario.online.pt/
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
frita.
Quando é que sabes que é tempo de tentar recuperar o sono a bem da tua sanidade linguística?
Quando alguém diz "fase um" e tu escreves "faz um".
Quando alguém diz "fase um" e tu escreves "faz um".
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Charlie Chaplin - The Great Dictator Speech
Schulz: Speak - it is our only hope.
The Jewish Barber: Hope... I'm sorry but I don't want to be an Emperor - that's not my business - I don't want to rule or conquer anyone. I should like to help everyone if possible, Jew, gentile, black man, white. We all want to help one another, human beings are like that.
We all want to live by each other's happiness, not by each other's misery. We don't want to hate and despise one another. In this world there is room for everyone and the earth is rich and can provide for everyone.
The way of life can be free and beautiful.
But we have lost the way.
Greed has poisoned men's souls - has barricaded the world with hate; has goose-stepped us into misery and bloodshed.
We have developed speed but we have shut ourselves in: machinery that gives abundance has left us in want. Our knowledge has made us cynical, our cleverness hard and unkind. We think too much and feel too little: More than machinery we need humanity; More than cleverness we need kindness and gentleness. Without these qualities, life will be violent and all will be lost.
The aeroplane and the radio have brought us closer together. The very nature of these inventions cries out for the goodness in men, cries out for universal brotherhood for the unity of us all. Even now my voice is reaching millions throughout the world, millions of despairing men, women and little children, victims of a system that makes men torture and imprison innocent people. To those who can hear me I say "Do not despair".
The aeroplane and the radio have brought us closer together. The very nature of these inventions cries out for the goodness in men, cries out for universal brotherhood for the unity of us all. Even now my voice is reaching millions throughout the world, millions of despairing men, women and little children, victims of a system that makes men torture and imprison innocent people. To those who can hear me I say "Do not despair".
The misery that is now upon us is but the passing of greed, the bitterness of men who fear the way of human progress: the hate of men will pass and dictators die and the power they took from the people, will return to the people and so long as men die [now] liberty will never perish...
Soldiers - don't give yourselves to brutes, men who despise you and enslave you - who regiment your lives, tell you what to do, what to think and what to feel, who drill you, diet you, treat you as cattle, as cannon fodder.
Don't give yourselves to these unnatural men, machine men, with machine minds and machine hearts. You are not machines. You are not cattle. You are men. You have the love of humanity in your hearts. You don't hate - only the unloved hate. Only the unloved and the unnatural. Soldiers - don't fight for slavery, fight for liberty.
In the seventeenth chapter of Saint Luke it is written " the kingdom of God is within man " - not one man, nor a group of men - but in all men - in you, the people.
You the people have the power, the power to create machines, the power to create happiness. You the people have the power to make life free and beautiful, to make this life a wonderful adventure. Then in the name of democracy let's use that power - let us all unite. Let us fight for a new world, a decent world that will give men a chance to work, that will give you the future and old age and security. By the promise of these things, brutes have risen to power, but they lie. They do not fulfil their promise, they never will. Dictators free themselves but they enslave the people. Now let us fight to fulfil that promise. Let us fight to free the world, to do away with national barriers, do away with greed, with hate and intolerance. Let us fight for a world of reason, a world where science and progress will lead to all men's happiness.
Soldiers - in the name of democracy, let us all unite!
Look up! Look up! The clouds are lifting - the sun is breaking through. We are coming out of the darkness into the light. We are coming into a new world. A kind new world where men will rise above their hate and brutality.
The soul of man has been given wings - and at last he is beginning to fly. He is flying into the rainbow - into the light of hope - into the future, that glorious future that belongs to you, to me and to all of us. Look up. Look up."
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Como ele escreve
"Como não escrevo. Não escrevo sem lavar os dentes, as palavras ganham sarro e devem sair frescas da boca para a ponta dos dedos. Não escrevo sem pensar que são quê, cinco da manhã, voltaste a acordar antes do sol e é bom que tenhas algo a dizer na confusão do mundo. Não escrevo de barriga cheia ou com vestígios de ressaca. Reduz o horário de escrita do ano, mas nada a fazer. Se começas a ficar tonto, come as palavras que estão a mais, há sempre muitas. Quando não aguentares o jejum, se a própria fome te engorda a frase, vai ao frigorífico e repõe o açúcar e o sal no sangue.
Não escrevo sem pensar nas possibilidades do ridículo de escrever, que nunca acabam. Não escrevo sem pensar que posso ser mais uma pessoa que devia fazer outra coisa na vida. Não escrevo sem perceber que então ia fazer o quê?
(...)
Escrevo porque as mulheres são bonitas e cheiram bem. E pelos vivos e pelos mortos, as pessoas vivem e de repente morrem-nos. E o mar tem peixes e os bosques pássaros e o esgotos ratos. Escrevo porque é uma profissão interessante, há de certeza melhores, mas não me calharam nem podia ser."
Rui Cardoso Martins in Time Out
E eu como é que escrevo..?
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Toast Messenger
Com horários diferentes, eu e a amiga Simões mal nos cruzamos lá em casa e muitas vezes comunicamos através de notas escritas. Mas também gostamos muito de torradas... então porque não juntar o útil ao agradável?
Hoje descobri por acaso a Toast Messenger, uma torradeira que permite "escrever" mensagens nas torradas. A idea é da designer Sasha Pure.
Hoje descobri por acaso a Toast Messenger, uma torradeira que permite "escrever" mensagens nas torradas. A idea é da designer Sasha Pure.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Como andar de eléctrico
Existem umas regras básicas que devem ser cumpridas para garantir uma viagem segura nos eléctricos mais antigos de Lisboa.
- Vês o eléctrico aproximar-se, tiras o passe/bilhete e esticas o braço - pode acontecer dares uma pancada na cara de alguém que vinha a passar à beira da estrada ou, por outro lado, que alguém venha distraidamente contra a tua mão. (sim, já me aconteceu.. demasiadas vezes.)
- Entras ordeiramente no eléctrico e validas o passe/bilhete.
- Há lugares sentados? SENTA O CU. Não há lugares sentados? Arranja um cantinho e agarra-te às estruturas como se a tua vida dependesse disso. (pode depender!)
- A tua paragem está a chegar? Tens de carregar no botão para parar. Está longe de onde estás sentado? agarra-te a alguma coisa e alcança-o.
- Aproxima-te da porta, mantém-te agarrado a alguma coisa segura. O eléctrico está cheio e não te deixam passar? Grita COM LICENÇA e fura apressadamente.
- Parabéns, sobreviveste, sai calmamente e continua a tua vidinha.
sábado, 11 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Gosto...
de cadernos com personalidade
do som da máquina ao disparar
de gatos curiosos
de bebidas de Verão XXL
de pedras em forma de coração
de famílias numerosas
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Coisas que me irritam:
. Espirros que não acontecem;
. Os saltos altos da vizinha de cima às 3h da matina;
. Quando me lembro de algo: vou apontar para não me esquecer... e já me esqueci;
. Pessoas que fazem do tabaco o pequeno-almoço.
. Os saltos altos da vizinha de cima às 3h da matina;
. Quando me lembro de algo: vou apontar para não me esquecer... e já me esqueci;
. Pessoas que fazem do tabaco o pequeno-almoço.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Happy Halloween
Não é segredo para ninguém que eu adoro o Halloween e não é só por gostar de me mascarar - quer dizer também gosto do carnaval, mas o halloween tem uma mística diferente... por isso, desejo boas máscaras e uma noite horrorosamente fantástica! :D
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Laetificat
Feitiço da Alegria. A pessoa sente-se feliz e divertida.
Às vezes sabia bem ter magia na ponta dos dedos e uma varinha mágica que concertasse tudo.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Há gente bem doida...
Quem achava que andar de eléctrico era algo que dificilmente proporcionaria aventuras, desengane-se.
Hoje de manhã o eléctrico ficou parado porque um carro avariou e ficou a bloquear a passagem. Como é sabido o povo exalta-se nestas situações e as expressões serenas e plácidas transformam-se em esgares retorcidos de ódio. Ouvem-se opiniões exaltadas muitas vezes suportadas por outros anónimos que partilham do mesmo desconforto: gera-se ali quase uma competição em micro-clima para ver quem está mais revoltado.
Quando estávamos finalmente a avançar, um senhor aproxima-se da janela e vê que um carro da polícia estava a chegar e começa a disparatar.
- Ai agora, agora é que aparecem, uma pessoa aqui atrasada para o trabalho... em vez de andarem aqui e avisarem as pessoas e prenderem os culpados...
O eléctrico pára. Os polícias estão mesmo ali. O homem cala-se. O leão feroz era na verdade um cão que só é mau dentro da jaula. O polícia responde, provavelmente a pô-lo na linha. E acaba-se a conversa.
Eu que já tinha pegado num livro já não esperava mais nada daquela viagem e queria era chegar sã e salva à agência... Eis senão quando entra uma senhora já com uma idade respeitável (ou não) e se senta ao meu lado. Nada de mais. Mas a seguir entra uma mulher de meia-idade, brasileira que pede informações ao senhor que refilou com a polícia, ele dá-lhe uma informação errada e qual não é o meu espanto quando a mulher ao meu lado acaba por chamar parvalhona à brasileira. De phones e sem tirar os olhos do livro não é fácil perceber os meandros da discussão, mas quando os gritos são ali ao lado não há como não ouvir.
- Desculpe? Mas a senhora chamou-me parvalhona porquê?
- Ah blam blam blamm e tal – até aqui não percebi grande coisa e só quando a brasileira virou costas é que eu percebi o que estava prestes a acontecer, ouvi claramente um “é brasileira e basta!” nada inocente que de certeza não iria passar impune.
A brasileira voltou, gritos e mais gritos e “a senhora acha-se melhor do que os outros, qual é o seu problema? Sou brasileira e pago mais impostos do que você, cale-se. Não tem nada que me faltar ao respeito.” A brasileira volta para o seu lugar e a mulher ao meu lado, não satisfeita começa a dizer enormidades como:
- Eu não lhe chamei parvalhona por mal, ela estava a receber uma informação errada, não foi por mal. Mas vêm para cá... olha o senhor meu marido que é polícia havia de gostar disto! É uma tristeza, vêm para cá...
Eu, no meu canto, a tentar não me rir e ao mesmo tempo verdadeiramente constrangida por ter aquela pessoa ao meu lado, tentava abstrair-me. Ouviam-se outras opiniões pelo eléctrico: “pois, mas não ligue”, “sim, sim mas vá deixe lá isso”, “vá mas não é preciso chamar nomes às pessoas, olha agora”...
A brasileira volta a voltar. E eu aí tive de morder o lábio e fazer um esforço hercúleo para não me partir a rir.
- A senhora está a brincar comigo? Qual é o seu problema? Eu não a desrespeitei, que eu saiba, você chamou-me nomes sem razão nenhuma e continua a insistir qual é a ideia?
A brasileira agarra no braço da senhora. Isto vai dar chapada - pensei. E a esta altura eu já só estava à espera que elas começassem à estalada mesmo ali ao lado e já estava mesmo a ver que ia sobrar para mim. O eléctrico pára. A guarda-freios grita:
- Minhas senhoras, vamos lá acabar com a discussão senão vão ter de sair as duas!!
A brasileira cala-se e regressa ao seu lugar. A senhora ao meu lado continua a disparatar como se fosse dona da razão.
- Minha senhora, estou a falar consigo!
Calam-se. Mas... antes da brasileira sair na sua paragem volta ao pé da senhora. Disse-lhe tudo o que quis e ela até tremia no banco. Depois saiu. E assim que a brasileira saiu a senhora ao meu lado voltou a disparatar que “já não há respeito” que “realmente, uma pessoa atura cada coisa”...
E eu penso: que cambada de cobardes. O outro cheio de coragem de dentro do eléctrico que depois se encolheu quando a polícia ficou mesmo ao lado. Esta anormal – eu nunca tentei ser imparcial aqui, aquela estúpida ao meu lado não tinha nada naquela cabeça – que acha que é a maior e que pode dizer o que quiser a quem quiser.
A sério. O que é que se passa com esta gente?
terça-feira, 19 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Conversas de Eléctrico #1
Uma senhora entra e pede um bilhete – que custa 1,45€ – o motorista tira o bilhete e ela dá-lhe 1,50€ para pagar, ele pega numa moeda de 5 cêntimos e faz menções de lha dar.
- Ah não, não, fique com ela, eu já tenho muitas pretas! – diz a sorrir.
O motorista insiste e ela pousa-lhe a moeda entre os botões de comando.
Quando ela sorriu outra vez, eu sustive a respiração por momentos e pensei:
Tens muitas pretas, tens. E a maioria está na boca. Porque é que não pegas nas pretas todas e juntas para ires arranjar esses dentes?
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Andaluzia em 4 rodas e 6 pernas
A amiga Simões já partilhou a sua visão sobre a viagem aqui. Por isso vou ser breve. (o possível para uma viagem tão preenchida!)
Foram 5 dias intensos, 4 noites de sono necessário, muitos passos e alguma correria. Sevilha foi a primeira paragem, a 4º maior cidade de Espanha que nós percorremos a pé, duas vezes. Vimos coisas lindas, mas ao fim-do-dia só já queríamos descansar os pés.
Ficámos maravilhadas com a Praça de Espanha, mas apanhámos vários monumentos em obras...

Ao fim-do-dia seguimos para Córdoba, a primeira dormida seria numa rua com acesso limitado, mas com boas condições no Hotel e uns suminhos para as meninas, com os cumprimentos do Quique! A noite foi de pizza, coca-cola e risadas inflamadas pelas ruas do centro da cidade. De manhã fomos conhecer os pontos turísticos e perder a cabeça com souvenirs, e não só, de inspiração marroquina.
O próximo destino - Granada - já nos esperava e depois de vinte voltas e uns quantos suspiros resolvemos deixar o carro num dos 28763645 parques subterrâneos que os espanhóis têm. Depois de ultrapassarmos o mau aspecto de algumas ruas, descobrimos uma Granada elegante e convidativa: à porta do hotel caíam balões conduzidos a gargalhadas de uma festa no prédio em frente. Burger King (e não MacDonald's) foi a ementa e mojito pré-feito o complemento!
De Granada seguimos para Málaga, onde visitámos o teatro romano e a casa onde nasceu Picasso. O almoço teve sabor oriental e clandestino também - uma casa de pitas/hamburgers e cachorros que era tudo menos espanhola.
Mijas era o próximo destino, visita rápida, onde deu para conhecer a cerâmica tradicional e ficar com alguma inveja das casinhas que por ali se viam.
Mas a dormida era na Capital do Vento: Tarifa. Uma pequena cidade de mar onde havia surfistas e portugueses em quantidades consideráveis. O italiano que nos serviu uma pizza ficou impressionado com os decibéis das gargalhadas lusitanas que vinham das únicas mesas ocupadas (por tugas). Desta feita o carro ficou perto do hotel, mais perto só se estivesse dentro do quarto: um alívio para os pés e as costas. Na manhã seguinte tomámos um pequeno-almoço de luxo e partimos para Gibraltar à procura dos macacos.
Não havia macacos, mas também não subimos ao monte, visitámos o Jardim Botânico e mesmo quando a fome apertou passámos a fronteira para matar as ânsias no MacDonald's de La Línea de la Concepcion. Não deixámos de sentir o Mediterrâneo, com as mãos porque estava fresco, mas já foi bom.
A última noite em terras espanholas foi em El Puerto de Santa Maria, que nos recebeu quando a noite caía e nos convidou a uma mariscada, ou uma paella sem arroz, como quiserem. Depois houve sangria, cerveza, mojitos e chupitos - tudo com moderação(cof cof). E correrias e gargalhadas. O hotel era um autêntico museu: La Casa de los Leones.

Cádiz era a cidade que se seguia, a penúltima. Depois de 45 min a tentar estacionar, lá cedemos ao parque subterrâneo de Santo Antonio e seguimos viagem. À porta da Catedral encontrámos uns portuenses que nos deram um bilhete de sight seeing! Simpáticos. Fizemos o passeio, espreitámos um mini teatro romano em ruínas e seguimos para Jerez de la Frontera. Oh edifícios bonitos. A Catedral, a Alcáçova e a mesquita.. foi uma visita de médico porque o parquímetro só era grátis até às 17h - hora em que os espanhóis despertam da siesta. Depois da visita e de perdermos um bom quarto de hora atrás da Cartuxa sem a encontrar, fomos ao IKEA. Ponto turístico obrigatório, diria eu. Depois do lanche com direito a gofres/galetes ou o que lhe quiserem chamar, lá fomos nós em busca de almofadas para as fronhas lindas que tínhamos comprado em Córdoba. Trouxemos mantas, suportes, jogos de cama... e as almofadas.
Foram 5 dias intensos, 4 noites de sono necessário, muitos passos e alguma correria. Sevilha foi a primeira paragem, a 4º maior cidade de Espanha que nós percorremos a pé, duas vezes. Vimos coisas lindas, mas ao fim-do-dia só já queríamos descansar os pés.
Ficámos maravilhadas com a Praça de Espanha, mas apanhámos vários monumentos em obras...
Mijas era o próximo destino, visita rápida, onde deu para conhecer a cerâmica tradicional e ficar com alguma inveja das casinhas que por ali se viam.
A última noite em terras espanholas foi em El Puerto de Santa Maria, que nos recebeu quando a noite caía e nos convidou a uma mariscada, ou uma paella sem arroz, como quiserem. Depois houve sangria, cerveza, mojitos e chupitos - tudo com moderação(cof cof). E correrias e gargalhadas. O hotel era um autêntico museu: La Casa de los Leones.

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